Marília terá “Castramóvel” e reforço em todas as ações de Saúde e bem-estar animal

Castração terá dois programas: o primeiro é específico para controle da leish, o segundo tem critério social para quem precisa de ajuda para castrar cães e gatos

 

Durante apresentação e entrega da ampliação do CVA (Centro de Vigilância Ambiental), no Distrito Industrial, o prefeito Daniel Alonso relacionou todos os avanços na área de prevenção a zoonoses e bem-estar animal. Ele lembrou que na próxima segunda-feira (6) começa a castração de 1.200 cães, visando à prevenção à leishmaniose visceral.

O contrato foi assinado neste mês de julho. Pela primeira vez, o município de Marília contratou empresa especializada, especialmente para realização de castração visando o controle da doença. Até o final de 2016, os casos eram, inclusive, omitidos à imprensa.

Os responsáveis por cães com teste negativo para leishmaniose, domiciliados na região de inquérito canino (onde há maior risco de transmissão da doença), já estão sendo contatados para agendar o procedimento. Inicialmente a ação contempla região específica da zona norte. O objetivo é evitar contaminação de mais cães e humanos.

CASTRAMÓVEL

O prefeito Daniel destacou ainda que estão abertas duas licitações para importantes conquistas na área. Uma delas tem como objeto o “Castramóvel”, com investimento de R$ 120 mil, resultado de emenda parlamentar federal recebida pelo município.

Diferente do programa que oferta castração para controle da leishmaniose (foco na Saúde humana) o objetivo do uso do castramóvel será social, visando evitar superpopulação e promovendo bem-estar animal.

Moradores carentes, que não poderiam arcar com o custo da castração, mas são responsáveis na posse de cães e gatos, serão beneficiados. A clínica móvel para cirurgias percorrerá todas as regiões da cidade.

ABRIGO

Outra licitação também em andamento no município contratará serviços de recolha, abrigo e doação de animais de grande e pequeno porte.

Para o prefeito Daniel Alonso, as ações do município são históricas e representam responsabilidade. “Temos que tratar esse assunto com seriedade. Temos muito respeito pelas ONGs que trabalham no município, porque se não fosse a atuação destas organizações, a situação estaria muito mais difícil. Acreditamos nas parceiras. Por isso é que estamos avançando, sem nos omitir no que compete à Prefeitura ”, destacou.

 

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