Segue a disputa

No domingo, a Colômbia recuperou seu futebol e colocou a Polônia no seu devido lugar, de malas prontas para a viagem de volta. James Rodrigues e Cuadrado se destacaram. Os sulamericanos parecem recuperar suas forças e o favoritismo no grupo. O enfrentamento contra os senegaleses será de vida ou morte.

Um grande jogo de futebol foi Japão e Senegal. Teve de tudo. Posse de bola, velocidade e imposição. Ora por parte dos africanos, ora pelos japoneses. Quando parecia que Senegal ficaria em vantagem, a resposta nipônica era imediata. Um jogo que causou apreensão e bom futebol até o último minuto.

A seleção japonesa sempre encontrou dificuldades quando enfrentou equipes mais fortes fisicamente. Este cenário vem mudando a cada competição. Além da velocidade, característica principal dos seus jogadores, eles passaram a “encurtar” os caminhos do campo, com viradas de jogo e consciência de jogo. A evolução da 2014 pra cá se comprovou. Uma vitória sobre os eliminados poloneses coloca o Japão na próxima fase.

Na segunda, a seleção portuguesa encontrou dificuldades para confirmar a tão esperada classificação. O elenco não é dos melhores da Copa. Os dois bons jogos de Cristiano Ronaldo fizeram antever um atropelo geral contra o Irã. Nada disso, os lusos tiveram que se segurar para evitar um inesperado desastre. Contra os uruguaios farão uma disputa sem favoritismo.

Como a estratégia das equipes segue um mesmo caminho, os jogos estão sendo decididos por bolas fortuitas, falhas individuais ou o lampejo de alguns goleadores.

A Espanha carece de jogadores para completar a fase final do seu badalado esquema de jogo. Como dizem, quando chega no último terço do campo a coisa fica embolada. Falta individualidade e, por vezes, capacidade de decisão. Foi assim contra Marrocos, que deu uma canseira em Iniesta, Sérgio Ramos e Cia. Enfrentam os donos-da-casa, que apesar das goleadas, caiu feio ante o Uruguai.

 

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