Segunda caravana de migrantes sai da Cidade do México rumo a Tijuana

Centenas de migrantes da segunda caravana que atravessa nestes dias o México deixaram nas últimas horas a capital do país rumo a Tijuana, onde milhares deles esperam na fronteira para apresentar seu pedido de asilo temporário nos Estados Unidos.

“A equipe da Comissão de Direitos Humanos do Estado do México (Codhem) acompanha os grupos de migrantes centro-americanos na passagem pela cidade de Huehuetoca para Querétaro. Ela está em estreita coordenação com a Comissão de Direitos Humanos de Querétaro, compartilhando as ações de assistência humanitária”, informou o presidente da Codhem, Jorge Olvera, no Twitter.

Segundo as últimas notícias, centenas de migrantes desta segunda caravana, na maioria hondurenhos, saíram nas últimas horas do ginásio esportivo onde estavam alojados na Cidade do México para partir rumo a Querétaro e Tijuana.

No entanto, ainda restam na capital mexicana cerca de mil pessoas, que poderiam passar o fim de semana neste espaço, e às quais poderiam se somar pessoas procedentes de outras caravanas que entraram posteriormente no país.

Em Tijuana, no noroeste do México, milhares de migrantes da primeira caravana, que partiu de San Pedro Sula (Honduras) em 13 de outubro, já chegaram à fronteira com os EUA para pedir asilo.

É esperada a chegada de mais centenas de pessoas nas próximas horas, onde os moradores de certos bairros, como Playas de Tijuana, onde o muro fronteiriço adentra no mar, protestaram contra a presença dos migrantes, causando momentos de tensão e chegando inclusive a pequenas agressões.

Segundo as autoridades estatais de Baixa Califórnia (noroeste), antes da chegada desta caravana já eram contabilizadas cerca de 4 mil pessoas, que estão há meses esperando a vez para passar pela estação migratória americana.

Outras duas caravanas, formadas por milhares de pessoas, na maioria salvadorenhos, também seguem a rota pelo México há vários dias, avançando pelo sul e centro do país, mas ainda a milhares de quilômetros da fronteira com os EUA.

FONTE: EFE BRASIL

 

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