Toffoli nega pedido de deputado e mantém votação secreta para presidência da Câmara

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou nesta quarta-feira (9) que a votação para eleição da Mesa Diretora na Câmara seja secreta. Toffoli negou pedido do deputado eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) para que a escolha do comando da Casa fosse aberta. Aos 22 anos, Kataguiri é pré-candidato à presidência da Casa.

Toffoli entendeu que não cabe ao Judiciário interferir em uma decisão interna do Legislativo. A Constituição não estabelece se esse tipo de votação deve ser aberta ou fechada. A regra está prevista nos regimento internos da Câmara e do Senado. Para o presidente do Supremo, a competência para tratar do assunto é dos próprios deputados.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou nesta quarta-feira (9) que a votação para eleição da Mesa Diretora na Câmara seja secreta. Toffoli negou pedido do deputado eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) para que a escolha do comando da Casa fosse aberta. Aos 22 anos, Kataguiri é pré-candidato à presidência da Casa.

Toffoli entendeu que não cabe ao Judiciário interferir em uma decisão interna do Legislativo. A Constituição não estabelece se esse tipo de votação deve ser aberta ou fechada. A regra está prevista nos regimento internos da Câmara e do Senado. Para o presidente do Supremo, a competência para tratar do assunto é dos próprios deputados.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, determinou nesta quarta-feira (9) que a votação para eleição da Mesa Diretora na Câmara seja secreta. Toffoli negou pedido do deputado eleito Kim Kataguiri (DEM-SP) para que a escolha do comando da Casa fosse aberta. Aos 22 anos, Kataguiri é pré-candidato à presidência da Casa.

Toffoli entendeu que não cabe ao Judiciário interferir em uma decisão interna do Legislativo. A Constituição não estabelece se esse tipo de votação deve ser aberta ou fechada. A regra está prevista nos regimento internos da Câmara e do Senado. Para o presidente do Supremo, a competência para tratar do assunto é dos próprios deputados.

FONTE : CONGRESSO EM FOCO (UOL)

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