Aécio volta a se dizer vítima de criminosos e reclama de ações da PF: “Não encontraram nada”

Réu no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) reclamou das diligências realizadas nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal, no âmbito da operação Ross, que o têm como principal alvo de investigação sobre pagamento de propina e compra de apoio político. O parlamentar tucano, embora o ministro do STF Marco Aurélio Mello tenha visto “indícios de relação ilícita” entre ele e executivo do Grupo J&F (JBS), protestou contra as delações de “criminosos confessos” e disse que as providências da PF são desnecessárias.

“As solicitações da Polícia Federal foram absolutamente desnecessárias, até porque o maior interessado em esclarecer todas essas questões sempre fui eu. Sempre estive à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos”, disse o tucano em entrevista coletiva concedida há pouco na entrada do plenário do Senado.

Réu no Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) reclamou das diligências realizadas nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal, no âmbito da operação Ross, que o têm como principal alvo de investigação sobre pagamento de propina e compra de apoio político. O parlamentar tucano, embora o ministro do STF Marco Aurélio Mello tenha visto “indícios de relação ilícita” entre ele e executivo do Grupo J&F (JBS), protestou contra as delações de “criminosos confessos” e disse que as providências da PF são desnecessárias.

“As solicitações da Polícia Federal foram absolutamente desnecessárias, até porque o maior interessado em esclarecer todas essas questões sempre fui eu. Sempre estive à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos”, disse o tucano em entrevista coletiva concedida há pouco na entrada do plenário do Senado.

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