Casa do Amanhã da Ikea incentiva o equilíbrio entre as pessoas e a natureza

Mais do que nunca, a aproximação com a natureza se fez necessária no universo do morar. Vemos casas com mais incidência de plantas, de hortas e de jardins. Durante a pandemia da Covid-19, que estamos vivendo, os moradores também viram a necessidade de ter a presença do verde dentro do lar, pois essa conexão faz bem tanto para o meio ambiente como para o emocional do ser humano. 

Urban Jungle é uma tendência certa e as grandes marcas estão de olho nisso. Uma delas é a IKEA, que constatou em uma pesquisa que, até 2050, setenta por cento da população mundial estará vivendo em grandes centros urbanos – e, com certeza, buscando formas de se aproximar da natureza, por consequência.

Pautada nos dados e na busca por uma morada sustentável, a marca sueca lançou a Home of Tomorrow (em tradução livre, A Casa do Amanhã). Construída em Szczecin, na Polônia, o objetivo da casa vai além de ser apenas um showroom. É também mostrar que as pessoas podem viver em equilíbrio com a natureza e se aproximar ainda mais dela, trazendo o verde para a decoração.

Como o intuito é ensinar e apresentar o novo conceito de morar, os visitantes são convidados a conhecer soluções ecológicas e sustentáveis e como introduzir essas ideias dentro de seus próprios lares, abordando desde o consumo exagerado de bens e a geração de resíduos, até à alimentação mais saudável e orgânica.

Home of Tomorrow tem 250 m² e fica situada em um prédio abandonado de 120 anos com uma série de espaços feitos com materiais 100% sustentáveis, como pisos antigos de parquet de madeira eparedes surradas no estilo Wabi Sabi.

Um time de profissionais, composto pelas designers polonesas Joanna Jurga, Paulina Grabowska e Justyna Puchalska, assinam o espaço. Foi escolha delas também manterem estruturas originais da edificação, para respeitar e manter a história do local.

O conceito do projeto é embasado na economia circular, onde tudo tem um começo e um fim apropriado, como os grãos de café, que podem ser compostados e usados ​​como fertilizantes ou para fazer velas e cosméticos. 

O “coração” do sistema é o jardim doméstico, que funciona sem solo eusa de 90 a 95% menos água em comparação à agricultura tradicional, devido ao uso de aquaponia, hidroponia e aeroponia – ou seja, cultivo sem solo e com plantas suspensas no ar.

Para finalizar, a Casa promove uma experiência de relaxamento para os visitantes. Trata-se de uma instalação com terapia de luz. Ao participar das sessões de iluminação, o usuário pode melhorar o humor e a concentração, além de ter um aperfeiçoamento na síntese de vitamina D.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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