Confusão Emocional no meio Pastoral

Quando estamos confusos, nossa mente se desloca em várias direções ao mesmo tempo e intensifica nossas avaliações.
É um momento no qual nossos pensamentos e sentimentos tornaram-se ineficazes, não sabemos mais qual direção seguir.

Neste momento temos que agir com delicadeza. Ter delicadeza nos ajuda a recuperar o bom senso, ter flexibilidade para abrir-se para uma nova possibilidade.

Quando estamos confusos intensificamos nossos mecanismos de auto-rejeição. No entanto, é só com delicadeza que seremos capazes de despertar a disponibilidade interna necessária para lidar com sentimentos que consideramos inaceitáveis e intoleráveis.

Rejeitamos mesmos quando tentamos controlar nossos sentimentos, isso é normal? Evitamos mesmos quando urdimos nossos sentimentos, achando que deveríamos ou não estar tendo certo sentimento, ou então quando tentamos realmente controlar as conjunturas. Não nos damos conta das inúmeras vezes que não nos aceitamos, porque esse sentimento nos preserva de sentir o que não queremos sentir.

Mas para não nos situamos, precisamos compreender que devemos aceitar tudo o que estiver acontecendo em nosso interior.

O segredo está em sentir o sentimento sem analisa-lo como bom ou ruim. Enquanto a análise estiver contaminada do hábito da auto-acusação, é melhor mantê-la fora. Pois enquanto tivermos uma atitude de acusação para com nós mesmos estaremos nos auto-rejeitando.

Você é ativo de sua confusão emocional respirando as emoções sem contrariá-las. Deixe a emoção surgir, aumentar e se dissipar por si mesma. Não lute, nem controle. Seja sincero e compassivo para com você mesmo.

Ser delicados com nós mesmos é um modo de nos auto-aceitar. Auto-aceitação não quer dizer ficar com as nossas confusões emocionais, mas sim permitir ter a experiência de senti-las para se conhecer melhor.

Quando uma confusão emocional surgir, fique com ela mais um pouco e pergunte-se com delicadeza:
– O que está acontecendo aqui?

Não negue o que está acontecendo. Dê um pouco mais de espaço para essa experiência, respirando algumas vezes com profundidade. Se sentir um desconforto demasiado ao dar espaço para esta experiência, lembre-se que este é o sinal de que uma velha crença do passado foi ativada em sua mente. Algo como: “Se eu sentir isso, vai me acontecer algo ruim”… Então, abra-se para escutar a ameaça por inteiro: “O que pode acontecer de tão ruim”?

Num primeiro momento ao sentirmos a confusão emocional, sentimos um aperto no peito. Mas a intenção de nos manter abertos à experiência do acolhimento de nossa própria dor, nos oferece um sentimento de expansão: temos um novo caminho para seguir em frente. Expandimo-nos e nos contraímos ao mesmo tempo. Não há necessidade de forçar nada.

1 Pedro 5:8
Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, o vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; RESISTI-LHE firme na fé.

Isaías 26:3
Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cuja MENTE propósito é firme; porque ele confia em Ti.

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One thought on “Confusão Emocional no meio Pastoral

  • 09/01/2019 em 23:59
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    Parabéns pastor,gosto muito do seu raciocínio .

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