Datafolha: governadores e ministério são mais bem avaliados que Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem a pior avaliação sobre a gestão da crise do coronavírus no Brasil em comparação com o desempenho dos governadores e do Ministério da Saúde. A pesquisa feita pelo Datafolha ouviu, por telefone, 1.558 pessoas entre 18 e 20 de março.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem a pior avaliação sobre a gestão da crise do coronavírus no Brasil em comparação com o desempenho dos governadores e do Ministério da Saúde. A pesquisa feita pelo Datafolha ouviu, por telefone, 1.558 pessoas entre 18 e 20 de março.

O presidente Jair Bolsonaro tem assumido uma postura de minimizar o perigo do coronavírus, tratando a questão como “histeria” disseminada pela mídia. No dia 15 de março, ele desrepeitou as recomendações do Ministério da Saúde para ficar isolado após casos de infecção na comitiva que o acompanhou nos Estados Unidos e  participou de uma manifestação de apoio ao governo, em Brasília. No ato, ele interagiu com diversos apoiadores. A ida do presidente a manifestação foi reprovada por 68% dos entrevistados, um percentual de 27% aprovou a atitude do mandatário e 5% preferiu não opinar.

Essa atitude foi na contramão da adotada por vários governadores como João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), que enfrentam a crise adotando atitudes de contenção da crise sanitária e respeitando as recomendações do Ministério da Saúde. Eles também têm tecido fortes críticas a conduta do Planalto.

15% dos entrevistados que votaram no presidente afirmam se arrepender do voto de 2018. O mandatário perde apoio também entre as classes mais ricas: 51% entre aqueles com renda acima de 10 salários mínimos o classificam como ruim ou péssimo. Na análise do jornal Folha de São Paulo, isso pode sugerir um padrão de mudança na situação econômica, principalmente se isso se agravar com a pandemia.

Por região, o Planalto sofre rejeição de 41% no Nordeste, 34% no Sudeste, 24% no Norte e no Centro-Oeste e 23% no Sul. Os sulistas também apontam maior índice de aprovação ao mandatário na gestão da crise, 42% avaliam bem o seu desempenho.

O presidente Jair Bolsonaro tem assumido uma postura de minimizar o perigo do coronavírus, tratando a questão como “histeria” disseminada pela mídia. No dia 15 de março, ele desrepeitou as recomendações do Ministério da Saúde para ficar isolado após casos de infecção na comitiva que o acompanhou nos Estados Unidos e  participou de uma manifestação de apoio ao governo, em Brasília. No ato, ele interagiu com diversos apoiadores. A ida do presidente a manifestação foi reprovada por 68% dos entrevistados, um percentual de 27% aprovou a atitude do mandatário e 5% preferiu não opinar.

Essa atitude foi na contramão da adotada por vários governadores como João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), que enfrentam a crise adotando atitudes de contenção da crise sanitária e respeitando as recomendações do Ministério da Saúde. Eles também têm tecido fortes críticas a conduta do Planalto.

15% dos entrevistados que votaram no presidente afirmam se arrepender do voto de 2018. O mandatário perde apoio também entre as classes mais ricas: 51% entre aqueles com renda acima de 10 salários mínimos o classificam como ruim ou péssimo. Na análise do jornal Folha de São Paulo, isso pode sugerir um padrão de mudança na situação econômica, principalmente se isso se agravar com a pandemia.

Por região, o Planalto sofre rejeição de 41% no Nordeste, 34% no Sudeste, 24% no Norte e no Centro-Oeste e 23% no Sul. Os sulistas também apontam maior índice de aprovação ao mandatário na gestão da crise, 42% avaliam bem o seu desempenho.

FONTE : CONGRESSO EM FOCO(UOL)

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