Ibovespa fecha em queda de 1,2% seguindo “sell-off” das bolsas americanas; dólar sobe 2,6% e vai a R$ 5,25

Ibovespa fechou em forte queda nesta segunda-feira (19), em dia de grande aversão ao risco no exterior por conta do recuo do preço do petróleo, e principalmente por conta do avanço da variante delta do coronavírus ao redor do mundo.

Lá fora, o índice Dow Jones caiu 2,09% a 33.962 pontos, S&P 500 teve queda de 1,58% a 4.258 pontos e o Nasdaq recuou 1,06% a 14.274 pontos. Foi a maior perda em uma sessão do Dow Jones desde outubro do ano passado.

Diversos países europeus estão voltando a implementar medidas de distanciamento social. Mesmo com números elevados de casos, o Reino Unido mantém os planos de suspender nesta segunda a maior parte das restrições que continuam a vigorar no país.

Já os Estados Unidos tiveram um repique de casos de coronavírus, com uma média de quase 30 mil novas infecções diárias nos últimos sete dias, acima de uma média móvel de 11 mil casos diários no mês passado.

Esse cenário de preocupações com o coronavírus fez o VIX, também conhecido como “índice do medo” por medir a volatilidade das opções no mercado americano, registrar forte alta de 26,7% nesta segunda, chegando a saltar mais de 30% mais cedo.

Segundo Roberto Attuch, CEO da Ohmresearch, o que causou essa disparada no VIX foi a preocupação com a variante delta do coronavírus. “O mercado está muito nervoso com crescimento e hoje explodiu. Acho esse temor um pouco exagerado, porque o avanço da vacinação deve reduzir a incidência de casos principalmente entre os mais jovens. Na Holanda, por exemplo, só 6% de quem pega o Covid agora é vacinado com as duas doses”, explica.

Enquanto isso, o petróleo caiu 6,93% a US$ 68,48 o barril do Brent – usado como referência pela Petrobras – e 7,69% a US$ 66,34 o barril do WTI. A derrocada refletiu o acordo entre integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e suas nações aliadas (Opep+), grupo que inclui a Rússia e o México, para o aumento da produção.

No fim de semana, o membros da organização concordaram em aumentar no ano que vem os limites de produção de petróleo impostos a cinco países e a elevar sua produção em 2 milhões de barris por dia até o fim deste ano, encerrando uma disputa que agitou o mercado de petróleo nos últimos meses.

A partir de agosto, o grupo aumentará sua produção em 400 mil barris por dia a cada mês até dezembro, até chegar ao total de 2 milhões de barris. No ano que vem, a Opep+ concordou em reavaliar o corte de 5,8 milhões de barris de produção até o fim de 2022, que havia sido planejado no ano passado.

O acordo foi alcançado depois de uma divergência desencadeada pelos Emirados Árabes Unidos, que desejavam aumentar a sua própria produção. O tema esteve no centro de um embate numa outra reunião do grupo em julho.

De volta aos EUA, a temporada de resultados volta ao radar com nove empresas componentes do Dow e 76 componentes do S&P divulgando seus resultados trimestrais esta semana. Isso inclui nomes como: United Airines, American Airlines, Snap, Twitter, Johnson & Johnson, Coca-Cola, IBM, Intel e Netflix, entre outros.

Por aqui, o noticiário corporativo também foi movimentado, com estreia da AMER3 na Bolsa, plano estratégico da Oi e relatório de produção da Vale do segundo trimestre (veja mais clicando aqui).

Com isso, o Ibovespa teve queda de 1,24%, a 124.394 pontos e volume financeiro negociado de R$ 28,989 bilhões. Foi a maior baixa do índice desde o último dia 8, quando o benchmark acionário da B3 recuou 1,25%.

Enquanto isso, o dólar comercial disparou 2,64% a R$ 5,25 na compra e a R$ 5,251 na venda. Já o dólar futuro com vencimento em agosto registra alta de 2,62% a R$ 5,254 no after-market.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 caiu dois pontos-base a 5,76%, o DI para janeiro de 2023 teve queda de 10 pontos-base a 7,15%, o DI para janeiro de 2025 recuou oito pontos-base a 8,12% e o DI para janeiro de 2027 registrou variação negativa de seis pontos-base a 8,54%.

Voltando ao exterior, na Europa, a destruição causada por enchentes na Alemanha e na Bélgica pode afetar o sentimento nesta semana. Também há preocupação com a aceleração de novos casos de Covid, impulsionados pela variante delta, que é mais transmissível. Diversos países europeus estão voltando a implementar medidas de distanciamento social.

Relatório Focus

O Banco Central divulgou o Boletim Focus, com a expectativa de analistas sobre indicadores como inflação, câmbio, PIB e juros. Os economistas do mercado financeiro voltaram a revisar para cima suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, revelou o Relatório Focus do Banco Central. Agora eles estimam expansão de 5,27%, ante 5,26% na semana passada. Para 2022, as apostas foram para crescimento de 2,10% do PIB, contra 2,09% anteriormente.

Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as estimativas para 2021 foram elevadas pela 15ª semana consecutiva, desta vez de 6,11% para 6,31%. Já para 2022, houve manutenção nas expectativas em 3,75%.

Já em relação à taxa básica de juros, Selic, os economistas preveem que encerrarão o ano em 6,75%, acima dos 6,63% esperados na semana anterior. Já para 2022, as apostas foram mantidas a 7%.

No que tange às expectativas para o câmbio, é esperado que a moeda americana encerre dezembro negociada a R$ 5,05, mesma expectativa da semana passada, e chegue ao fim do próximo ano a R$ 5,20, sem alterações ante o estimado na semana passada.

Covid e CPI

No domingo (18), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 1.245, queda de 21% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 939 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em sete dias foi de 40.948, queda de 17% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 33.696 casos.

Chegou a 88.942.995 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 42% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 33.845.415 pessoas, ou 15,98% da população.

Na sexta-feira, o jornal Folha de São Paulo publicou uma reportagem em que afirma que o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, teria participado da negociação para a compra de 30 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac por quase três vezes o preço oferecido pelo instituto Butantan, que produz o mesmo imunizante no Brasil com insumos chineses.

A reportagem da Folha diz ter tido acesso à minuta de um contrato entre o ministério e uma empresa de comércio exterior de Santa Catarina, a World Brands, especializada em importação de vários produtos, inclusive itens médicos. A proposta, segundo a Folha, previa que o preço de cada dose da CoronaVac vendida através da empresa custaria ao governo US$ 28.

Mais tarde no mesmo dia, o jornal divulgou um vídeo em que Pazuello comemora com um grupo de empresários o que ele diz ser um acerto prévio para o contrato de compra das vacinas contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac, em um encontro que teria ocorrido em 11 de março.

O então ministro aparece com quatro homens não identificados, um deles oriental, e afirma que o encontro foi para tratar da possibilidade da compra de “30 milhões de doses, em uma compra direta com o governo chinês”. “Já saímos daqui hoje com o memorando de entendimento já assinado e com o compromisso do ministério de celebrar, no mais curto prazo, o contrato para podermos receber essas 30 milhões de doses no mais curto prazo possível”, diz Pazuello.

No vídeo não são mencionados valores, tampouco é possível aferir a data da reunião. O ministério não chegou a assinar qualquer contrato com a World Brands.

No final da noite de sexta, Pazuello negou, em nota, o conteúdo da reportagem. “Enquanto estive como ministro da Saúde, em momento algum negociei aquisição de vacinas com empresários”, disse o general. Ele reiterou afirmação anterior feita na CPI da Covid, quando disse que não cabe a um ministro negociar com empresas.

Pazuello afirma que a mencionada reunião com os representantes da World Brands “ocorreu após um pedido formal endereçado ao Ministério da Saúde, conforme documento colacionado em anexo”.

No documento a World Brands Distribuidora S.A se diz habilitada a representar a Sinovac Biotech Ltd. no Brasil.

“Diante da importância da temática, determinei à Secretaria Executiva do Ministério da Saúde que fizesse uma pré-sondagem acerca da proposta a ser ofertada pela World Brands Distribuidora S.A (Sinovac Biotech Ltd.)”, diz o ex-ministro na nota.

“Ante a importância da temática, uma equipe do Ministério da Saúde os atendeu e este então ministro de Estado –que detém o papel institucional de representar o Ministério da Saúde– foi até a sala unicamente para cumprimentar os representantes da empresa, após o término da reunião”, continua Pazuello.

Segundo o ex-ministro, “a Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde então sugeriu que fosse realizada a gravação de um pequeno vídeo de memória, para posterior publicização dos atos (…) Após a gravação, os empresários se despediram e, ato contínuo, fui informado que a proposta era completamente inidônea e não fidedigna (…) Imediatamente, determinei que não fosse elaborado o citado Memorando de Entendimentos –MoU–, assim como que não fosse divulgado o vídeo realizado”.

Em nota divulgada na sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que a atual gestão, de Marcelo Queiroga, não tem conhecimento de memorando de entendimento para aquisição de doses da CoronaVac.

No domingo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recebeu alta do hospital Vila Nova Star, onde esteve internado desde quarta-feira para tratamento de uma obstrução intestinal. Ele garantiu que nesta segunda-feira já estará despachando do Palácio do Planalto.

“Mandaram eu despachar do Alvorada, essa é a primeira coisa que não vou seguir, vou estar na Presidência amanhã”, disse Bolsonaro em entrevista coletiva ao deixar o hospital. Apesar de ter recebido orientação da equipe médica de observar uma dieta, Bolsonaro não prometeu que vai segui-la.

Questionado sobre as últimas denúncias envolvendo Pazuello, Bolsonaro disse que Brasília é “o paraíso dos lobistas” e elogiou o trabalho do general, assim como do seu ex-secretário-executivo, tenente coronel Elcio Franco.

“Se eu estivesse na Saúde eu teria apertado a mão daqueles caras todos”, disse Bolsonaro, argumentando que Pazuello estava sem paletó e não estava à mesa no vídeo divulgado, o que mostraria que não houve negociação alguma com a participação do então ministro. “Não tem como você fraudar no nosso governo”, disse o presidente.
“Eu sempre determinei para o Ministério da Saúde, comprar vacina, duas condições: passar pela Anvisa e só pagar depois que chegar”, afirmou Bolsonaro.

Apesar de ter dito, de fato, que só compraria vacinas depois do registro na Anvisa, essa é a primeira vez que Bolsonaro cita a suposta necessidade de “pagar depois que chegar”. “Nosso governo não gastou um centavo com picareta, nenhum. Parabéns Pazuello, parabéns coronel Elcio”, disse Bolsonaro.

No caso da vacina indiana Covaxin, cujo acordo de compra vem sendo investigado pela CPI da Covid, o governo acertou a aquisição mesmo sem aprovação da Anvisa –que só concedeu autorização de uso emergencial meses depois e mesmo assim restrita. Documentos mostram que a primeira versão do contrato com a intermediária Precisa previa o pagamento antecipado de parte das doses. Mas a compra foi cancelada em meio às investigações, após recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Fundo eleitoral e indicação ao STF

Também durante entrevista à imprensa após deixar o hospital Vila Nova Star em São Paulo no domingo, o presidente Jair Bolsonaro defendeu os parlamentares que aprovaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022, mas criticou a inclusão de um fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, três vezes maior do que na legislação anterior.

“Os parlamentares aprovaram a LDO, é um documento enorme, com vários anexos, tem muita coisa lá dentro, muitos parlamentares tentaram destacar essa questão, o responsável por aprovar isso daí é o Marcelo Ramos (PL-AM)”, disse Bolsonaro, em referência ao vice-presidente da Câmara dos Deputados.

O presidente afirmou que o Parlamento “descobriu” o problema e tentou fazer a votação de um destaque sobre o fundo eleitoral, mas Ramos “atropelou, ignorou, passou por cima e não botou em votação o destaque”. “Ele (Ramos) que fez isso tudo, porque se tivesse sido destacado talvez o resultado teria sido diferente… num projeto enorme alguém botou lá dentro essa casca de banana, essa jabuticaba”, disse.

Bolsonaro disse que com esses recursos os ministros Tarcísio Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) poderiam fazer obras importantes. Sem se comprometer em vetar o aumento do fundo eleitoral, Bolsonaro disse que vai buscar uma solução.

Nas redes sociais, Ramos rebateu Bolsonaro e o desafiou a vetar a medida. “Ele deveria é dizer que vai vetar, mas vai tentar arrumar alguém para responsabilizar também, porque é típico dele e dos filhos correr das suas responsabilidades e obrigações”, disse Ramos no Twitter.

“@jairbolsonaro sabe que está mentindo! O governo dele enviou LDO c/ fundão eleitoral. Líderes do governo e filhos do Bolsonaro votaram a favor do fundão. Nem votei por estar presidindo a sessão. Presidente, você tem a caneta p/ vetar. Seja homem, assuma suas responsabilidades!”, acrescentou.

Reportagem de capa do jornal O Globo ressalta que, após o aumento do fundo eleitoral, a Câmara discute mudanças na legislação que poderiam reduzir a fiscalização no uso de recursos públicos entregues aos partidos. A minuta de um novo código eleitoral apresentada pela deputada Margarete Coelho (PP-PI) acaba com restrições para uso dos recursos pelos partidos, autoriza que empresas privadas analisem as contas e reduz o prazo de verificação dos gastos pela Justiça Eleitoral.

Além disso, levantamento feito pelo portal UOL junto a senadores aponta que o advogado-geral da União, André Mendonça, já conquistou apoio de ao menos um terço do Senado para ocupar a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF) para a qual foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 13 de julho. Para ocupar a vaga do agora ex-ministro Marco Aurélio Mello, ele precisará de apoio da maioria absoluta do Senado, ou seja, de ao menos 41 dentre os 81 parlamentares.

Radar corporativo

A partir desta sessão, a B2W passa a ser negociada com o código AMER3 na B3, passando a representar não somente os ativos digitais das Lojas Americanas, mas também os físicos, enquanto LAME3 e LAME4 passam a ser holding da companhia. Saiba mais clicando aqui.

Também em destaque, a Vale apresenta sua prévia operacional do segundo trimestre após o encerramento do pregão desta segunda. Já a Oi apresenta seu plano estratégico para o triênio de 2022 a 2024.

A Tegma informou na sexta-feira que seu conselho de administração decidiu por unanimidade rejeitar a proposta não solicitada de combinação de negócios pela JSL.

O Itaú Unibanco informou na sexta-feira que venceu a licitação do governo de Minas Gerais pela folha de pagamento de servidores estaduais e pagamento a fornecedores. A proposta apresentada prevê pagamento de R$ 2,4 bilhões para a gestão de folha de pagamento, informou o banco, acrescentando que o acordo vale por cinco anos.

O pagamento da oferta será registrado como intangível e seu reconhecimento no resultado será diferido, afirmou o Itaú. A operação envolve 618 mil servidores de Minas Gerais, 20% deles na região metropolitana da capital Belo Horizonte, com saldo de crédito consignado de R$ 7,7 bilhões, além de 6,3 mil fornecedores pessoas jurídicas do Estado. O Itaú Unibanco disponibilizará a abertura de conta corrente digital e por meio de novos pontos físicos dedicados, adicionais às agências já existentes em Minas Gerais.

Maiores altas

ATIVOVARIAÇÃO %VALOR (R$)
RAIL32.0039120.87
LWSA31.3846226.36
ENBR30.3930417.88
TIMS30.3375511.89
PCAR30.3339836.05

Maiores baixas

ATIVOVARIAÇÃO %VALOR (R$)
LAME4-7.736727.99
AMER3-7.1176563.16
PRIO3-4.3501318.03
VVAR3-3.7671214.05
MGLU3-3.7656923

O conselho de administração da Eletrobras aprovou que a subsidiária Furnas Centrais Elétricas realize uma captação de recursos de até R$ 1,6 bilhão por meio de quatro operações junto a instituições financeiras, informou a estatal nesta sexta-feira. A captação, segundo a Eletrobras, poderá envolver até R$ 200 milhões junto ao Banco da Amazônia, com prazo de pagamento de cinco anos; R$ 500 milhões com o Itaú, também para pagamento em cinco anos; R$ 600 milhões com o Banco do Brasil, com prazo de sete anos; e R$ 300 milhões com o Bradesco, para pagamento em sete anos.

Já a SLC Agrícola e a Terra Santa anunciaram nesta sexta-feira um novo passo no processo de fusão que criará uma gigante de grãos no Brasil e informaram que as condições precedentes para a consumação da operação foram cumpridas. Com a incorporação de ações, as companhias disseram que foi confirmado o aumento de capital da SLC, com a emissão de 2.516.454 ações, pelo preço de subscrição total de R$ 138 milhões, correspondente a R$ 54,84 por ação.

Segundo os comunicados, em 14 de julho foi o registro de companhia aberta da Terra Santa Propriedades Agrícolas (ex-TS Agro), para listagem no segmento do Novo Mercado da B3. Assim, pode ser feita a redução de capital da Terra Santa, concluindo o cumprimento das condições precedentes da operação.

A Petrobras informou na sexta que registrou no mês passado um recorde histórico na oferta de gás natural liquefeito (GNL) regaseificado no Brasil, ao atingir volume instantâneo de 42 milhões de metros cúbicos por dia em 28 de junho, em meio à forte demanda do insumo para a geração de eletricidade. Segundo a estatal, o marco do último dia 28 viabilizou a oferta total de 109,4 milhões de m³/dia de gás natural, “um dos maiores volumes dos últimos anos”, que compreende o gás produzido no país, a parcela recebida pelos terminais de regaseificação e o volume importado da Bolívia.

A fabricante brasileira de jatos Embraer anunciou na sexta-feira que convocou assembleia de acionistas para 16 de agosto, na qual quer eleger dois ex-executivos da Airbus e da Boeing para seu conselho de administração. Um dos indicados é Todd Freeman, ex-Airbus Americas, antes de trabalhar por 29 anos na GE Capital Aviation Services (Gecas), onde liderou a área de aviação regional e o negócio na região do Oriente Médio, África e Rússia. O outro é Kevin McAllister, também com passagem pela GE, onde presidiu a GE Aviation Services, antes de ser presidente da divisão de aviação comercial da Boeing.

FONTE: INFOMONEY(VIA Ricardo Bomfim, Rodrigo Tolotti)

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