Mobilização por greve sanitária e vacinação cresce entre servidores

Conselho municipal de educação emite parecer contrário ao retorno às aulas presenciais, diante do risco de contágio de profissionais por covid-19

Servidores municipais que atuam na rede municipal de ensino de Marília decidiram na noite da última sexta-feira (26/02) que mobilização por greve sanitária prossegue, com estado de greve e formação de um comando de greve amplo para engajamento de trabalhadores para uma paralisação conjunta, com outras cidades e estados brasileiros no dia 8 de março.

Mais de 100 funcionários, representando as 60 escolas de Marília participaram da assembleia geral ordinária online, pelo Google Meet. Foram mais de três horas de debates e apresentação de sugestões para o movimento. O comando de greve vai operacionalizar os meios, como carro de som, material audiovisual e outras ferramentas que serão usadas no dia da greve geral.

Expectativa dos trabalhadores é que a administração municipal reveja a intenção de voltar às aulas, principalmente depois que o governo do Estado determinou a regressão de Marília para a fase vermelha do Plano São Paulo e o registro de vários casos de infecção pelo novo coronavírus em cidades onde as aulas presenciais foram retomadas.

Outro aspecto que reforça o posicionamento dos trabalhadores é a posição do Conselho Municipal da Educação, que emitiu parecer contrário ao retorno às aulas. Segundo o presidente do Conselho, que reúne cerca de 30 representantes dos mais diferentes segmentos da sociedade mariliense, documento deve ser entregue ao prefeito até quarta-feira (03/03).

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