Mulher é diagnosticada com zika vírus em Shizuoka

 Uma mulher residente em Kakegawa (Shizuoka) foi diagnosticada com zika vírus, informou o governo da província nesta sexta-feira (1).

A mulher, com idade entre 30 e 39 anos, esteve na Tailândia a passeio entre 20 e 23 de outubro. As autoridades acreditam que ela foi picada por um mosquito Aedes aegypti contaminado naquele país e trouxe o vírus para o Japão.

No dia 26, a mulher começou a ter sintomas como dor de cabeça e coceira nos braços e nas pernas. Na quarta-feira (30), ela se consultou com um dermatologista, que solicitou exames mais detalhados até o zika vírus ser descoberto na quinta-feira.

A mulher não precisou ficar internada e está se recuperando rapidamente, segundo as autoridades.

O governo de Shizuoka informou que ela provavelmente não foi picada por nenhum mosquito no Japão, o que afasta a possibilidade da doença ser transmitida para outras pessoas.

Pela primeira vez o zika vírus foi diagnosticado na província de Shizuoka. O Japão registrou 12 casos em 2016 e cinco em 2017 de pessoas que contraíram a doença em outros países. Nenhuma notificação foi feita no ano passado.

Sobre a doença

Os sintomas relacionados ao zika costumam se manifestar de maneira branda e o paciente pode, inclusive, estar infectado e não apresentar qualquer sintoma (apenas uma em cada quatro pessoas infectadas apresenta manifestação clínica da doença).

Mas um sinal que pode aparecer logo nas primeiras 24 horas e é considerado como uma marca da doença é o rash cutâneo e o prurido, ou seja, manchas vermelhas na pele que provocam intensa coceira.

Além de febre e dores leves nas articulações, a doença ainda traz como sintomas a hiperemia conjuntival (irritação que deixa os olhos vermelhos, mas sem secreção e sem coceira), dores musculares, dor de cabeça e dor nas costas.

O zika é associado a complicações neurológicas, como a síndrome de Guillain-Barré e a ocorrência de microcefalia e má formação cerebral em recém-nascidos contaminados pelo vírus ainda durante a gestação.

FONTE : ALTERNATIVA ON LINE

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