Museu da Jica sedia exposição em celebração aos 110 anos da imigração japonesa

O Museu da Migração Japonesa ao Exterior, mantido pela Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão), em Yokohama, abre as portas neste fim de semana para uma exposição comemorativa aos 110 anos da imigração.

A realização e do Consulado Geral do Brasil em Tóquio, que visa aproximar ainda mais os brasileiros que vivem no país e turis-tas da história centenária dos imigrantes. Em uma sala anexa ao grande espaço que abriga uma mostra permanente de objetos, documentos e fotos de pioneiros japoneses no mundo, a montagem pelos 110 anos traz fatos e personalidades nikkeis do momento atual. Na série de pôsteres fotográficos que decora as duas laterais da sala, destaques para o sumotori Kaisei (Ricardo Sugano) e para a chef Mari Hirata. No centro da sala, documentos e até a camisa do Brasil é uma bola de futebol devem atualizar os visitantes a respeito do País.

Esta exposição temporária também servirá como complemento da mostra cronológica permanente, que começa com uma carroça toda decorado com flores e frutas. Com o teto formado de batata, morango e acelga a carroça utilizada no Festival de Rosas, em 1907, em Oregon, remonta ao trabalho árduo dos japoneses que produziam mais de 80% da alimentação consumida em vários países.

Ao percorrer os “cenários” do Museu, os visitantes veem desde a história da imigração iniciada há 150 anos no Havaí como a vivência marcante de japoneses no Brasil. No mapa do Japão, os visitantes conferem as províncias que tiveram maior evasão de pessoas que migraram para outros países. Hiroshima lidera o ranking total de 760 mil imigrantes, seguido de Okinawa. Tochigui, por sua vez, e a província que menos mandou residentes.

FONTE : SÃO PAULO SHIMBUN

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