Recorde de filhotes de tartarugas na Reserva Biológica do Rio Trombetas

No último dia 15 de janeiro, foi finalizada a temporada 2019 do Programa Quelônios do Rio Trombetas (PQT) com a soltura de 5.000 filhotes de tartaruga-da-amazônia na região das praias de desova da espécie na Reserva Biológica (Rebio) do Rio Trombetas. O PQT tem apoio do IPÊ para a sua realização desde 2017, via Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade (MPB), que tem parceria com oICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidae) e conta com o apoio de USAID – US Agency for International Development e Gordon and Betty Moore Foundation.Mais de 300 pessoas participaram do evento de soltura, uma atividade de comemoração pelo esforço e sucesso alcançados pelos monitores comunitários, voluntários do programa do ICMBio, servidores e parceiros do PQT na conservação desses quelônios.A melhor notícia é o número recorde de filhotes soltos durante toda a temporada do PQT 2019 que ultrapassou 50 mil tartarugas. Outro número para comemorar é o aumento expressivo de fêmeas que desovaram nos tabuleiros do Rio Trombetas que chegou a 800 fêmeas. Nos anos anteriores esses números chegavam a, no máximo, 600 indivíduos.Esse resultado é mais que esperado pela equipe do Programa Quelônios do Rio Trombetas, fruto do trabalho de proteção, manejo conservacionista e solturas realizados na região há mais de 40 anos. O aumento expressivo no aumento de fêmeas desovando esse ano se dá provavelmente pelas fêmeas jovens soltas ou protegidas em anos anteriores que desovaram pela primeira vez nessa temporada.O Programa Quelônios do Rio Trombetas é planejado e executado pelas UCs de Trombetas – IBDF, IBAMA e atualmente pelo ICMBio – em parceria com as comunidades e MRN. Desde 2017, o PQT conta com o apoio do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade (MONITORA), do qual o IPÊ paz parte pelo MPB; e do Programa de Voluntariado do ICMBio, sob a coordenação do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Amazônica (CEPAM/ICMBio).

FONTE : IPE.ORG.BR

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