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Multas de trânsito no Japão: veja quais foram as infrações mais registradas em 2025

A polícia multou 4.932.459 motoristas no ano passado, o que representa cerca de 13.500 autuações por dia no país

As multas de trânsito no Japão somaram 4.932.459 em 2025, de acordo com dados divulgados recentemente pela Agência Nacional de Polícia. Apesar de uma queda em relação ao ano anterior, o número ainda representa cerca de 13.500 infrações registradas por dia no país.

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O levantamento mostra quais foram as violações mais comuns cometidas por motoristas nas estradas japonesas.

“Tomare” lidera infrações de trânsito no Japão

A infração mais registrada entre as infrações de trânsito no Japão em 2025 foi desrespeitar o sinal de parada obrigatória, de acordo com o site especializado em veículos Kuruma no News.

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Foram 1.136.083 autuações, e isso representa 23% de todas as infrações registradas.

Nos cruzamentos com placa de “tomare”, o motorista deve parar antes da linha de retenção. No entanto, muitos condutores acreditam ter parado corretamente, quando na verdade não fizeram a parada completa.

Especialistas recomendam a chamada “parada em três etapas”, especialmente em cruzamentos com baixa visibilidade:

  • Parar antes da linha de retenção
  • Avançar lentamente até um ponto visível para outros veículos
  • Parar novamente para verificar o tráfego antes de seguir

Essa prática ajuda a reduzir colisões em cruzamentos.

Excesso de velocidade aparece em segundo lugar

A segunda infração mais registrada no Japão foi o excesso de velocidade.

Foram 865.691 autuações, representando 17,6% do total.

A distribuição das infrações por excesso de velocidade foi a seguinte:

  • 50 km/h ou mais acima do limite: 11.618 casos
  • Entre 30 km/h e 50 km/h acima: 112.156 casos
  • Entre 25 km/h e 30 km/h acima: 193.728 casos
  • Entre 20 km/h e 25 km/h acima: 276.101 casos
  • Entre 15 km/h e 20 km/h acima: 272.049 casos
  • Menos de 15 km/h acima: 39 casos

Os dados indicam que infrações entre 15 km/h e 25 km/h acima do limite são as mais frequentemente punidas.

Já exceder menos de 15 km/h raramente gera autuação.

Isso ocorre porque, de acordo com o site, pode haver uma diferença de até 10 km/h entre o velocímetro do carro e a velocidade real, dependendo do veículo.

Multas por estacionamento irregular também aparecem no ranking

A terceira infração mais comum foi o não pagamento de multa por estacionamento irregular, com 630.209 casos, o equivalente a 12,8% do total.

Essa penalidade ocorre quando o motorista recebe a multa colada no vidro do carro, mas não comparece à polícia nem paga o valor dentro do prazo.

Nesses casos, a comissão de segurança pública da província emite uma ordem formal de pagamento.

Por isso, se a multa continuar sem pagamento, o motorista pode enfrentar consequências sérias.

Entre elas estão:

  • Recusa na renovação do shaken (inspeção obrigatória do veículo)
  • Cobrança judicial com taxas adicionais

Outras infrações comuns no Japão

Outras multas de trânsito no Japão também tiveram números elevados em 2025.

Entre elas estão:

4º lugar — Violação de proibição de circulação
505.417 casos (10,2%)

Esse tipo de infração inclui:

  • Entrar em ruas proibidas para veículos
  • Ignorar placas de “entrada proibida”
  • Dirigir na contramão em ruas de mão única

Motoristas que circulam em vias desconhecidas devem prestar atenção redobrada à sinalização.

5º lugar — Avançar sinal vermelho
384.057 casos (7,8%)

No Japão, ignorar sinal vermelho piscante também configura infração.

Nesse caso, o motorista deve parar antes da linha e seguir somente após confirmar que a via está livre.

Polícia reforça fiscalização para evitar acidentes

Além das infrações citadas, a polícia também registrou muitos casos de:

  • Não dar prioridade a pedestres na faixa
  • Não usar cinto de segurança
  • Usar telefone celular ao dirigir

De acordo com as autoridades, a fiscalização prioriza infrações que podem causar acidentes graves.

Por isso, manter atenção às regras e dirigir com cautela continua sendo a melhor forma de evitar multas e garantir segurança nas estradas.

FONTE: ALTERNATIVA ON LINE

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