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Centenas de peças esperam pelos consumidores no Bazar da Arte do Bem

Centenas de peças esperam pelos consumidores no Bazar da Arte do Bem, na próxima quarta-feira (dia 18). As voluntárias prepararam uma enorme variedade de produtos em tecidos e a renda será revertida na compra de fraldas geriátricas e outras causas sociais. O evento será na sede da AMAE (Associação Mariliense de Amor-Exigente).

Segundo Ivone Meneguin, voluntária da Arte do Bem e do Amor-Exigente, 20% do que os bazares arrecadam retorna para a manutenção do projeto e 80% vira ajuda social. É o caso da próxima edição, que vai expor cerca de 400 itens, entre utilidades de cozinha, banheiro, casa e uso pessoal. Além de brinquedos e decoração.

As peças são feitas a partir da costura criativa, reciclagem de jeans, bordados e crochê. O resultado é uma grande variedade de opções, como bolsas, porta-óculos, toalhas de mesa, nécessaires, bonecas, jogos americanos, panos de prato, bate-mão, pesos de porta, puxa-saco, aventais, toalhas de banheiro e lavabo, canga, etc.

O Bazar da Arte do Bem acontece entre 11h e 18 horas do próximo dia 18, na rua Maria Angelina Zillo Vanin, n.75 (travessa da rua Santa Helena, próximo ao Colégio Adventista). Este é o endereço da AMAE, não só para o evento, mas para o trabalho das 13 voluntárias da Arte do Bem, que se reúnem semanalmente no Amor-Exigente.

“Abrir espaço a este trabalho voluntário atende a um dos nossos quatro pilares do Amor-Exigente, que é a responsabilidade social”, salientou a presidente da AMAE, Suely Modesto.

A Arte do Bem existe há nove anos, colocando a costura e o talento manual à serviço da comunidade. “O projeto teve início quando o Sesi doou máquinas de costura ao Amor-Exigente e promovemos ações para comprar materiais de trabalho, como tecidos e linhas, confeccionando e doando 350 lençóis para o Hospital Materno Infantil”, contou a idealizadora, Daphinis Sephora Santander.

Mais tarde, diante da necessidade contínua de fraldas geriátricas nas instituições de idosos, o grupo passou a ter este foco, diversificando suas costuras para ter apelo comercial e revertendo o lucro dos bazares para a compra dessas fraldas. “Ainda fazemos doações do próprio artesanato. Porém, com a venda do que produzimos temos maior alcance social, levantando fundos para as necessidades da comunidade”, explicou Daphinis.

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