Campanha 2026Ikigai

Rogerinho reforça compromisso com um trânsito mais justo após retirada dos radares em Marília

Vice-prefeito e pré-candidato a deputado estadual participou das primeiras ações da gestão que suspenderam os equipamentos de fiscalização eletrônica e relembra atuação, ainda como vereador, pela retirada dos radares

Uma das primeiras medidas adotadas pela gestão do prefeito Vinicius Camarinha, no início de 2025, foi a suspensão dos radares fixos de velocidade em Marília. A decisão, que ganhou grande repercussão entre os motoristas, colocou em prática uma reivindicação que já vinha sendo defendida por Rogerinho desde o período em que ele ainda exercia o mandato de vereador.

Antes mesmo de assumir a Vice-Prefeitura, Rogerinho já havia se posicionado de forma incisiva contra a instalação e a manutenção dos radares no município. Durante seu mandato como vereador, apresentou um requerimento que resultou na realização de uma audiência pública para discutir a implantação dos equipamentos, seus impactos e a forma como a fiscalização eletrônica vinha sendo aplicada em Marília.

A audiência pública abriu espaço para que motoristas, moradores e representantes do poder público apresentassem suas opiniões e reivindicações. Naquele momento, Rogerinho defendeu que a política de trânsito deveria priorizar a segurança, a orientação e a prevenção, e não apenas a aplicação de multas.

A atuação no Legislativo se transformou, posteriormente, em uma ação concreta no Executivo. Assim que Vinicius Camarinha assumiu a Prefeitura, em janeiro de 2025, uma das primeiras medidas da nova gestão foi determinar a desativação dos radares fixos de velocidade. Rogerinho, já como vice-prefeito, esteve ao lado do prefeito nesse processo e acompanhou as primeiras ações que marcaram a mudança na política de fiscalização eletrônica da cidade.

Os números ajudam a dimensionar o impacto que os radares tinham no cotidiano de Marília. Segundo dados da Emdurb divulgados pela Prefeitura, somente em 2024 os equipamentos aplicaram 79 mil multas por excesso de velocidade, uma média de aproximadamente 216 autuações por dia.

A suspensão ocorreu em janeiro de 2025, quando Vinicius Camarinha determinou a desativação dos radares fixos. Na ocasião, o prefeito afirmou que a medida atendia a uma reivindicação recorrente dos moradores e que a proposta da nova administração seria substituir a lógica predominantemente punitiva por ações de educação e conscientização no trânsito.

Rogerinho esteve presente desde o início dessa mudança, dando continuidade a uma pauta que já defendia enquanto vereador. Poucos dias depois da retirada dos equipamentos, ele também participou do lançamento do programa “Trânsito Seguro”, iniciativa que reuniu poder público e representantes da sociedade para discutir medidas de prevenção e segurança viária.

A proposta defendida pelo vice-prefeito parte de um princípio simples: trânsito seguro não se faz apenas com multa, mas também com educação, orientação, fiscalização responsável e planejamento. A atuação de Rogerinho nesse debate reforça uma trajetória de defesa de medidas discutidas com a população e transformadas em ações concretas pelo poder público.

A retirada dos radares também passou a ser associada a resultados positivos nos indicadores de trânsito. De acordo com dados do Detran utilizados pela Prefeitura, Marília registrou 786 sinistros entre janeiro e novembro de 2025, contra 1.062 no mesmo período de 2024, uma redução de 26%. A administração municipal relaciona a queda às ações educativas, às melhorias no trânsito e à suspensão dos radares.

Além disso, a Prefeitura informou que, no primeiro semestre de 2025, foram registrados 427 acidentes, contra 583 no mesmo período do ano anterior, representando redução de 26,7%.

É importante destacar que a desativação atingiu a fiscalização de velocidade. As câmeras instaladas nos equipamentos continuaram podendo ser utilizadas para outras finalidades, como apoio à identificação de veículos roubados ou furtados, conforme informações divulgadas pela administração municipal.

Para Rogerinho, a experiência em Marília representa a continuidade de uma pauta que começou ainda no Legislativo e ganhou força com a chegada da nova gestão. Como vereador, ele levou o tema ao debate por meio de requerimento e audiência pública. Como vice-prefeito, participou da decisão que resultou na retirada dos equipamentos.

Agora, como pré-candidato a deputado estadual, Rogerinho busca levar essa experiência para sua atuação política, defendendo decisões públicas conectadas às necessidades reais da população, com diálogo, responsabilidade e atenção às demandas dos municípios.

A retirada dos radares, portanto, não ficou apenas como uma decisão administrativa do início da gestão. Ela representa também a continuidade de uma discussão iniciada anos antes, quando Rogerinho ainda era vereador e já cobrava um debate mais amplo sobre a fiscalização eletrônica em Marília. Com a chegada de Vinicius Camarinha à Prefeitura, a reivindicação ganhou espaço na gestão e se transformou em uma das primeiras medidas adotadas pela nova administração.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *