Reviravolta em Shizuoka: arroz ‘furtado’ foi colhido por engano
Polícia esclarece caso em Yaizu: grupo confundiu arrozais e cortou cerca de 200 quilos de plantas que eram dadas como furtadas.
Uma ocorrência inicialmente investigada como furto de cerca de 200 quilos de arroz em Yaizu (Shizuoka) teve uma reviravolta no domingo (23).
Segundo a polícia, a plantação não foi furtada. As plantas foram cortadas por um grupo que pretendia colher arroz em outro terreno, mas acabou entrando no arrozal errado.
O caso havia sido comunicado à polícia por volta do meio-dia de sábado (22), depois que o proprietário encontrou uma área de aproximadamente 50 metros quadrados com as plantas cortadas rente à base.
Homem procurou a polícia após ver notícia
A polícia chegou a tratar o caso como furto e reforçou a vigilância na região, além de procurar informações sobre possíveis veículos suspeitos.
No entanto, por volta do meio-dia de domingo, um homem que havia visto a notícia procurou a Delegacia de Yaizu e disse que poderia ter sido responsável pelo corte.
De acordo com a polícia, o homem e outras pessoas costumam colher todos os anos plantas de um arrozal próximo. Neste ano, porém, o local que deveria ser utilizado era diferente do habitual e o grupo confundiu as propriedades.
Arroz seria usado para produzir corda de santuário
O objetivo do grupo era utilizar as plantas para produzir palha destinada à confecção de shimenawa, cordas tradicionais usadas em santuários xintoístas.
Depois do corte, o material seria colocado para secar. A quantidade retirada correspondia a aproximadamente dois pequenos caminhões.
As plantas ainda estavam cerca de um mês antes da colheita e, por isso, tinham baixo valor como arroz para consumo.
Após o esclarecimento da situação, o proprietário do arrozal retirou a denúncia apresentada à polícia. O caso corrige a informação inicialmente divulgada de que as plantas haviam sido furtadas. A investigação policial permitiu esclarecer que o corte ocorreu devido a um engano na identificação do arrozal.
FONTE: PORTAL MIE































