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Gasolina pode subir até 5 ienes por litro/mês com redução dos subsídios

Proposta do Partido Liberal Democrático prevê rever o preço de referência de ¥170 por litro a partir de dezembro, com ajustes graduais até o início da primavera de 2027

A primeira-ministra Sanae Takaichi deve decidir nos próximos dias como reduzir gradualmente os subsídios à gasolina. A proposta do Partido Liberal Democrático (PLD) prevê elevar o preço de referência do combustível em 5 ienes por litro a cada mês.

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A partir desta quinta-feira (29), o subsídio chega ao valor recorde de ¥52,4 por litro. O programa busca manter o preço da gasolina comum em torno de ¥170 por litro. No entanto, a medida custou mais de ¥1 trilhão aos cofres públicos entre março e agosto, conforme informou a Nagoya TV.

Governo quer reduzir gastos gradualmente

Na quarta-feira (28), a primeira-ministra recebeu a proposta do PLD para rever o preço de referência de ¥170 por litro. O partido defende uma transição gradual para um sistema mais sustentável, sem provocar confusão entre os consumidores.

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Durante a reunião, o presidente do Conselho de Pesquisa Política do PLD, Takayuki Kobayashi, afirmou que o governo gasta mais de ¥10 bilhões por dia para manter os preços dos combustíveis abaixo dos praticados em outros países.

Por isso, Kobayashi defendeu uma revisão da política, levando em conta as condições de vida da população e as atividades econômicas.

O secretário-chefe do Gabinete, Minoru Kihara, também afirmou que o governo vai analisar as propostas antes de definir como manterá o apoio à população.

PLD teme reação da população

Apesar da preocupação com as contas públicas, integrantes do partido governista alertam para os efeitos da mudança. Alguns temem uma reação negativa das comunidades locais caso os preços dos combustíveis voltem a subir.

Além disso, há preocupação com o impacto sobre as famílias. Integrantes do partido avaliam que a alta da gasolina pode gerar insatisfação caso o governo também reduza o imposto sobre o consumo.

Agora, Takaichi precisa avaliar como conter os gastos públicos sem aumentar demais as despesas das famílias. Até o momento, o governo não confirmou a adoção da proposta nem a data exata de início das mudanças.

FONTE: ALTERNATIVA ON LINE

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