Brasileiros defendem segurança com prevenção, tecnologia e aplicação da lei, diz Instituto Sou da Paz
Pesquisa nacional do Instituto Sou da Paz, realizada pela Oma Pesquisa e divulgada em 18 de maio de 2026, mostra que a maioria dos brasileiros prefere políticas de segurança pública baseadas em eficiência, prevenção, tecnologia e cumprimento da lei, em vez de propostas punitivistas extremas. Segundo o levantamento, 73% dos entrevistados afirmam que criminosos devem ser julgados e presos pelos seus crimes, enquanto apenas 20% concordam com a frase “bandido bom é bandido morto”.
No estudo, 55% defendem a aplicação das leis já existentes a todos os criminosos, contra 39% que apostam no aumento das penas como principal caminho. Na percepção sobre armas, 77% entendem que armamentos comprados legalmente também podem ser usados em atos violentos quando são roubados, e 73% avaliam que mais armas em circulação resultam em mais violência.
Entre os dados sobre atuação policial, 82% se mostram favoráveis ao uso de câmeras corporais, e 65% dizem que o país precisa de uma polícia melhor preparada. Já no sentimento de segurança, apenas 32% da população afirmam se sentir segura na cidade onde moram. No caso das mulheres, esse índice cai para 26%, e 83% das pessoas ouvidas disseram identificar a violência contra a mulher em suas cidades.
Para os próximos anos, o Instituto Sou da Paz aponta cinco prioridades para transformar a segurança pública: proteger meninas e mulheres, fortalecer polícias mais preparadas e valorizadas, enfrentar o crime organizado, reduzir roubos e retirar armas ilegais de circulação. Conforme a diretora-executiva da entidade, Carolina Ricardo, a população demonstra cansaço com promessas antigas e busca soluções concretas, eficazes e distantes dos radicalismos que não têm produzido resultados no cotidiano.
Fonte da notícia: Instituto Sou da Paz, com pesquisa realizada pela Oma Pesquisa entre novembro e dezembro de 2025, com 1.115 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares em todo o país, divulgada em 18 de maio de 2026.
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FONTE: AGÊNCIA BRASIL
IMAGEM: © Philippe Lima/Governo do Rio

























