SINDIMMAR denuncia adoecimento e pede efetivação dos programas de saúde ocupacional nas secretarias municipais
Os números de 2025 escancaram uma realidade alarmante: 1.110 afastamentos de servidores da Educação, sendo 745 por causas físicas e 365 por motivos de saúde mental, totalizando 3.239 protocolos. Ao tomar conhecimento sobre estes dados junto ao Serviço Municipal de Saúde do Trabalhador, o SINDIMMAR (Sindicasto dos Trabalhadores nos Serviços Públicos Municipais de Marília), reforça que o adoecimento mental atravessa todas as categorias — docentes, apoio escolar e administrativo — e pede respostas imediatas.
Amparado pela Lei Complementar nº 11/1991 e pelo Estatuto do Magistério, o sindicato cobra a plena implementação do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). Além disso, reivindica estudos técnicos que identifiquem as causas dos afastamentos e a abertura de diálogo permanente com a municipalidade.
Em novo ofício (protocolo 104.346/2026) , o SINDIMMAR amplia o alcance da cobrança: não apenas a Educação, mas todas as Secretarias Municipais e Autarquias — como IPREMM (Instituto de Previdência do Município de Marília), EMDURB (Empresa Municipal de Mobilidade Urbama) e AMAE (Agência Municipal de Água e Esgoto) devem cumprir as obrigações legais de saúde e segurança do trabalho.
Para o Sindimmar, defender o(a) servidor(a) é defender sua saúde. “Transparência, prevenção e acompanhamento não são favores, mas direitos. O sindicato reafirma seu compromisso de lutar pela efetividade das políticas de saúde ocupacional e pelo enfrentamento dos riscos psicossociais que impactam fortemente quem educa e quem sustenta os serviços públicos municipais”, ressaltou a presidenta Vanilda Gonçalves de Lima.



























