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Prefeitura de Marília e Secretarias Municipais preparam ampla força-tarefa para levantamento social das famílias que vivem no CDHU ‘Paulo Lúcio Nogueira’

Reunião emergencial liderada pelo prefeito em exercício Cícero Carlos da Silva traçou estratégia para acolhimento dos moradores dos blocos em situação estrutural precária e aconteceu após audiência do assessor especial de Governo, Dr Alysson Alex, em São Paulo, na sede da companhia estatal

A Prefeitura Municipal de Marília em força-tarefa com as Secretarias Municipais do Planejamento Urbano, Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social e Direitos Humanos iniciará na próxima segunda-feira, dia 18 de setembro, levantamento social para cadastramento das famílias que vivem no Conjunto Habitacional ‘Paulo Lúcio Nogueira’, o CDHU, na zona Sul da cidade. Parte do residencial apresenta estrutura precária e os moradores precisarão ser transferidos, temporariamente, para nova moradia, enquanto o Estado, por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), e a Justiça alcancem medida adequada para a solução. Quarta-feira, dia 13 de setembro, o assessor especial de Governo, Dr Alysson Alex, acompanhado pela deputada estadual Dani Alonso (PL), compareceu à sede da CDHU, em São Paulo, onde se reuniu com a diretoria da estatal. Embora não seja de responsabilidade do Município, as medidas de atendimento através do levantamento social visam auxiliar às famílias do conjunto e integram a política social e o auxílio humanitário do governo municipal de Daniel Alonso e Cícero do Ceasa.

Reunião emergencial liderada na manhã desta quinta-feira, dia 14 de setembro, pelo prefeito em exercício Cícero Carlos da Silva, o Cícero do Ceasa (PL), traçou a estratégia para o atendimento das famílias e moradores dos blocos habitacionais. Atualmente, aproximadamente 880 famílias possuem residências no residencial, entretanto nem todos os prédios apresentam complicações estruturais ou risco. O encontro de urgência reuniu no gabinete do chefe do Poder Executivo mariliense os secretários municipais Dr Osvaldo Ferioli (Saúde), Dr Alysson Alex (assessor especial de Governo), Vicente Moraes (diretor municipal de Habitação), Wania Lombardi (Direitos Humanos), Delegado Wilson Damasceno (Assistência e Desenvolvimento Social), Levi Gomes de Oliveira (chefe de Gabinete do prefeito Daniel Alonso), José Antônio Almeida (Planejamento Urbano) e Mauro Brito de Abreu (diretor de Divulgação e Comunicação da Prefeitura Municipal de Marília).

“Os agentes comunitários de saúde, profissionais da Assistência e Desenvolvimento Social que atuam naquela região da cidade, bem como os servidores das demais pastas envolvidas, a exemplo dos Direitos Humanos, estarão nesta sexta-feira, dia 15 de setembro, no auditório do Paço Municipal para o início desta força-tarefa. A partir de segunda-feira, dia 18 de setembro, realizaremos o levantamento social, para identificar a quantidade de pessoas que moram nos apartamentos que estão apresentando problemas estruturais, entre outras informações essenciais. Iremos, a partir desses dados, dar prosseguimento para a resolução do problema. A medida emergencial, nesta fase, será a acomodação das famílias que correm risco. Num segundo momento, em parceria com o Estado e a Justiça, auxiliaremos na construção de novas moradias”, contextualizou o prefeito em exercício, Cícero do Ceasa (PL).

De acordo com as informações do assessor especial de Governo, Dr Alysson Alex – que na quarta-feira, dia 13 de setembro, esteve em audiência na sede da CDHU, em São Paulo –  a deputada estadual por Marília, Dani Alonso (PL), protocolou junto ao Governo do Estado de São Paulo Emenda orçamentária no valor de R$ 15 milhões para provisão emergencial visando auxiliar na transferência das famílias para novas unidades habitacionais, que serão erguidas através da CDHU.

“O levantamento social deverá ser concluído em uma semana. Os servidores da Saúde, da Assistência Social e dos Direitos Humanos, e de demais órgãos municipais, estarão se dedicando no atendimento dos moradores, justamente para que o cadastro seja preciso e completo. Contamos com o respaldo do Governo de São Paulo para vencermos juntos este desafio. Não são todas as 880 famílias que precisarão ser realocadas do residencial, pois não são todos os blocos que encontram-se em situação de risco”, salientou o assessor especial de Governo.

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