Japão investiga vídeo de possível “ijime” que mostra menino sendo forçado a se ajoelhar e lamber o chão
As imagens ganharam grande repercussão nas redes sociais, com 7 milhões de visualizações, devido ao conteúdo considerado chocante
O Conselho de Educação de Aira, na província de Kagoshima, investiga um possível caso de bullying (ijime) após a circulação de um vídeo que mostra uma criança sendo humilhada por outros estudantes. As imagens já ultrapassaram 7 milhões de visualizações nas redes sociais, informou a Fuji TV nesta terça-feira (23).
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O vídeo mostra uma criança ajoelhada no chão enquanto outro menino, usando o mesmo uniforme, a obriga a lamber o asfalto. Além disso, a vítima também recebeu uma bolada na cabeça.
Vídeo gera repercussão nas redes sociais
As imagens ganharam grande repercussão nas redes sociais devido ao conteúdo considerado chocante. Pelas características dos uniformes exibidos no vídeo, usuários apontaram a possibilidade de os envolvidos serem estudantes do ensino fundamental de Aira.
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Como resultado, as autoridades locais passaram a acompanhar o caso, iniciando uma apuração para confirmar os fatos e identificar os envolvidos.
Prefeitura iniciou entrevistas com os envolvidos
A prefeita de Aira, Makiko Yonemaru, afirmou em entrevista à Fuji TV que já assistiu ao vídeo e que a administração municipal está verificando o ocorrido.
Segundo ela, autoridades realizam entrevistas com os estudantes, seus responsáveis e professores para esclarecer o caso.
“Estamos confirmando os fatos com os envolvidos, seus pais e professores. Se isso for bullying, acredito que a cidade de Aira deve trabalhar para que algo assim nunca mais aconteça, dialogando também com as crianças”, declarou.
De acordo com a prefeita, as entrevistas com os envolvidos começaram no fim de semana.
Autoridades irão se pronunciar
O Conselho de Educação de Aira informou que realizará uma coletiva de imprensa nesta terça-feira para apresentar informações sobre o caso.
Além disso, a entidade deverá esclarecer detalhes da investigação, incluindo a análise sobre se as ações registradas no vídeo podem ser classificadas como bullying.
Por fim, o episódio passou a ser tratado como uma questão grave devido à possibilidade de envolver estudantes da cidade, mobilizando autoridades locais na busca por esclarecimentos.
FONTE: ALTERNATIVA ON LINE


























