Biometria eleitoral volta a ser usada em todas as seções do país nas eleições de 2026
A identificação por impressão digital estará disponível em todas as seções eleitorais do Brasil nas eleições deste ano. A tecnologia, adotada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 2008, tem como objetivo evitar fraudes e garantir a segurança do pleito.
Mesmo com a requisição do dado biométrico, o cadastro não é obrigatório para votar. Quem está com o título regular pode exercer o direito ao voto sem ter feito esse registro — nesse caso, será exigido um documento de identificação para acesso à urna eletrônica.
Se a urna não reconhecer a digital já cadastrada, o eleitor continua apto a votar. A orientação do TSE é repetir a leitura biométrica até quatro vezes. Persistindo a falha, a mesa receptora confirma a identidade por outros meios de verificação. Com as informações coincidindo, o eleitor assina o caderno de votação ou registra a impressão digital, caso não saiba assinar.
O cadastro biométrico começou em 2008 como medida de segurança para impedir que uma pessoa vote no lugar de outra. Com o cruzamento de dados, o TSE também consegue detectar eleitores com registros duplicados no cadastro eleitoral.
Prazo encerrado
Não é mais possível cadastrar a biometria para as eleições de 2026 — o prazo terminou em maio deste ano. Quem ainda não fez o registro deve comparecer à Justiça Eleitoral após o pleito para realizar o procedimento. No cadastramento, são coletadas fotografia, digitais de todos os dedos da mão e assinatura do eleitor.
FONTE: Agência Brasil
Imagem : Agência Brasil



























