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Marcos Rezende apoia saída da Rizzo de Marília;  vereador pede rescisão de contrato desde 2021

O vereador e ex-presidente da Câmara, Marcos Rezende (PSD), comemora e agradece a decisão acertada da Justiça em acatar o pedido de rescisão de contrato do serviço oferecido pela Rizzo Parking à Prefeitura de Marília, para a chamada Zona Azul. A empresa que era responsável por gerenciar o zoneamento de vagas públicas no centro para democratização e facilitação do acesso ao comércio central de Marília conseguiu promover exatamente o  contrário disso, afastando os consumidores do centro por causa das autuações e multas abusivas e irregulares.

Marcos Rezende, que já foi comerciante e líder do setor, ao presidir a Associação Comercial no passado, já em 2021 defendia seus colegas questionando a prática abusiva da empresa contratada pela prefeitura. Em vez de gerenciarem a cobrança de R$ 2,00 pelo uso da vaga, ele descobriu na época que a prática era a de se cobrar “multas administrativas” de R$ 20,00  

Já em 2021 cobrou de forma parlamentar que a Prefeitura de Marília abrisse uma sindicância interna para apurar as denúncias. Em 2022 a sindicância foi aberta e a empresa chegou a ser multada. 

Como a empresa continuava a operar de forma irregular, mantendo o prejuízo aos consumidores e comerciantes, em 2023 o vereador foi mais severo e cobrou da Prefeitura que encerrasse o contrato deste serviço ruim oferecido à população.  

Assim foi feito e em 2024 a prefeitura pediu a rescisão na Justiça, a empresa chegou a ser suspensa, mas teve aprovada uma liminar (decisão provisória antecipada), mantendo a atividade até que o julgamento ocorresse. A Prefeitura recorreu e conseguiu demonstrar as irregularidades, suspendendo a liminar. Agora a empresa está suspensa e proibida de atuar na cidade. 

Como a empresa não suspendeu os serviços mesmo com ordem da Justiça, a Prefeitura lacrou o escritório da empresa na cidade, pondo fim a um erro de contratação que prejudicou demais o comércio central de Marília. “O serviço foi contratado para atrair mais consumidores no centro e o que aconteceu foi o contrário, afastou e prejudicou financeiramente muitos marilienses. Enfim conseguimos cessar o problema, após três anos de luta. Parabéns à Justiça pela decisão tomada.”, concluiu.

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