Governador de Fukui renuncia ao cargo por conta de investigação de a$sédio $exual
Tatsuji Sugimoto admitiu ter enviado mensagens inapropriadas a uma funcionária em abril
O governador da província de Fukui, Tatsuji Sugimoto, anunciou na última terça-feira (25) que renunciará ao cargo. De acordo com informações do jornal The Asahi Shimbun, o político é alvo de uma investigação por assédio sexual.
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A investigação está sendo conduzida por uma comissão especial de advogados, que deve divulgar os resultados após janeiro do próximo ano. Em entrevista coletiva, Sugimoto afirmou que “por meio da investigação, percebi que enviei mensagens que poderiam ser consideradas assédio sexual à denunciante e a outros funcionários da prefeitura”.
“Enviei-as pensando que eram piadas leves ou comentários descontraídos”, continuou. “Não percebi como os funcionários se sentiam em relação a mim. Lamento profundamente por isso.”
Sugimoto disse que sua renúncia era para evitar interrupções na administração da província e que seria inapropriado para ele participar da sessão da assembleia em dezembro como governador. Acrescentou que apresentará formalmente sua saída em breve e que não considera concorrer à próxima eleição para governador.
Investigação acontece desde abril
De acordo com o governo da província, a denúncia inicial contra Sugimoto partiu de uma funcionária em abril, que afirmou ter recebido “mensagens de texto inapropriadas do governador”. Em junho, Sugimoto admitiu ter enviado as mensagens durante uma investigação interna.
Em 22 de outubro, o governo da província anunciou que uma denúncia de assédio sexual contra o governador havia sido registrada. O comitê especial de investigação entrevistou cerca de 6.000 pessoas em todo o governo da província, incluindo funcionários de escritórios regionais e temporários.
Elas foram questionadas se haviam sofrido assédio sexual por parte do governador ou se haviam presenciado ou sido consultadas sobre tais incidentes. Sugimoto afirmou que “cooperaria plenamente com a investigação” e que “responderia adequadamente com base nos resultados da investigação”.
FONTE: ALTERNATIVA ON LINE






















