Ladrões invadem loja em Tóquio, roubam 4 relógios no valor de ¥200 milhões e fogem de patinete
Cinco funcionários estavam no local, mas ninguém ficou ferido; ex-investigador considera que os criminosos agiram com muita habilidade
Dois ladrões roubaram quatro relógios de luxo avaliados em cerca de ¥200 milhões de uma loja na galeria comercial Nakano Broadway, em Tóquio, nesta terça-feira (25).
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O crime ocorreu por volta das 11h55, enquanto o estabelecimento estava aberto. Segundo a agência Kyodo, um funcionário telefonou para a polícia e informou que pessoas suspeitas haviam quebrado uma vitrine e fugido levando mercadorias.
Vitrine quebrada com martelo
De acordo com a Delegacia de Nakano, os homens usavam máscaras pretas e óculos escuros. Eles quebraram com um martelo uma vitrine e levaram quatro relógio, sendo um da marca Patek Philippe e três da Richard Mille.
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Cinco funcionários estavam no estabelecimento no momento do crime, mas ninguém ficou ferido.
A TV Asahi informou que ao menos um dos homens fugiu em um patinete elétrico. Logo após o furto, funcionários relataram à polícia que os envolvidos haviam saído correndo da loja.
Imagens divulgadas pela imprensa mostram policiais e agentes da perícia trabalhando no primeiro andar da Nakano Broadway, onde fica o estabelecimento.
Suspeitos continuam foragidos
Até a tarde desta terça-feira, ninguém havia sido preso. A Polícia Metropolitana de Tóquio trata o caso como furto, apesar da presença de funcionários, e analisa imagens de câmeras de segurança para identificar os dois homens e reconstruir a rota de fuga.
Ex-investigador vê indícios de ação planejada
O ex-policial da Primeira Divisão de Investigação Criminal, Narumi Sasaki, afirmou que ainda não há informações suficientes para determinar se o crime tem relação com grupos do tipo tokuryū — organização criminosa anônima e de estrutura variável.
Mesmo assim, ele considera que a maneira como os criminosos agiram demonstra habilidade. A dupla quebrou uma vitrine em plena luz do dia, dentro de uma galeria comercial, e levou apenas quatro relógios, mas avaliados em aproximadamente ¥200 milhões.
Segundo Sasaki, caso os homens tenham escolhido deliberadamente os produtos mais caros, é possível que tenham visitado o estabelecimento previamente para verificar a disposição das mercadorias, o esquema de segurança e as possíveis rotas de fuga. As informações também podem ter sido compartilhadas entre os envolvidos como parte de um planejamento detalhado.
O ex-investigador lembrou que, em outros casos, criminosos deixaram o Japão por aeroportos pouco tempo depois dos delitos. Por isso, considera essencial que a polícia analise rapidamente as imagens de diferentes câmeras de segurança e identifique os meios usados na fuga, a fim de rastrear os suspeitos antes que eles consigam sair do país.
FONTE: ALTERNATIVA ON LINE































