INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Muitos dizem que a escola deveria ensinar noções de Direito e de Educação Financeira. Eu acrescentaria também inteligência emocional (Inteligência emocional é um conceito em psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. Wikipédia).
Talvez essas noções pudessem ser aprendidas em casa, mas como alguém pode ensinar algo que também não sabe, ou não aprendeu?
Quando se vê tantos homicídios causados por brigas no trânsito, ou pelos barulhos dos vizinhos, percebe-se a falta que inteligência emocional faz! E o que dizer dos crimes passionais? O pior é quando o assassino alega que amava demais a outra pessoa.
No aprendizado sobre inteligência emocional esse indivíduo descobriria que amor não é apego, não é querer que o outro seja ou faça somente o que queremos. Saberia que amar é aceitar o outro como ele é e que há beleza na diversidade.
Que quem ama ajuda, cuida, zela e não mata, não destrói o ser amado.
Que no amor não há lugar para preguiça, procrastinação e para ego inflado.
Existem vários tipos de amor. Os gregos antigos diziam que havia 7 tipos de amor:
Amor materno/paterno – Storge.
Amizade e amor fraterno – Philia.
Amor de compromisso – Pragma.
Amor incondicional – Ágape.
Amor próprio – Philautia
Paixão – Eros
Amor passageiro – Ludus
Ter inteligência emocional é ser resiliente, compassivo, altruísta e generoso. É ter sabedoria para agir ou falar no momento certo. Não é ficar engolindo sapos ou deixando que pessoas abusem da sua boa vontade. Porque muitas pessoas que enveredam pelo caminho do autoconhecimento e da busca pela paz interior acham que deveriam ser pacíficas 24 horas por dia, 365 dias no ano e quando não o são, ficam aborrecidas consigo mesmas. Ficam se penitenciando por ter explodido ou perdido a calma.
Inteligência emocional não nos blinda contra os percalços da vida, apenas nos ajuda a lidar melhor com as adversidades!
Madahh

























